quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Folga da faculdade...

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Bom dia ou boa tarde. Sabe-se lá, a que horas da madrugada vocês vão ler esse texto.

Mas vamos ao que interessa: FÉRIAS! Não daqui do estágio, mas da faculdade. Sim, o momento mais esperado do ano, aquele pensamento gostoso de que não vamos precisar ter que pisar na faculdade por alguns meses e ter um tempo razoável para poder descansar e aproveitar, até chegar o carnaval de 2012.
Segunda-feira, dia 28 de Novembro, foi praticamente o meu último dia de aula. Teve prova dobrada e o melhor de tudo, não foi tão difícil assim, como eu pensava que seria. E ontem, quarta feira, dia 30, teve amigo secreto e confraternização da sala, aquele momento que todo mundo pede desculpas e agradece por tudo o que passamos durante o ano.
O melhor de tudo, é que eu espero de verdade, que nessas férias, tudo seja bom aqui no estágio. Vou poder vir de bike sem precisar trazer o material da faculdade. Vou poder combinar qualquer programa de sexta-feira com o pessoal e quem sabe ir para uma balada tirar fotos pro Jornal Dinoite (Morro de vontade de fazer isso!).
Sem contar que não vou precisar ficar pensando na faculdade e nem no TCC do ano que vem. Não posso ignorar esse fato, mas não quero me estressar desde cedo.
Aqui no estágio vai ser bom por vários motivos: não vou estudar, terei tempo livre depois do expediente. Poderei aprender mais coisas e desenvolver minhas aptidões de jornalista. Também vou ir trabalhar de hawaianas (brincadeira) e ter mais disposição, não que estudar seja ruim, mas é que o clima de final de ano na faculdade estressa e acaba com o humor de qualquer um. 

E para quem é estudante ou não, boas férias! Aproveitem e descansem bastante. 

Amanda Maniçoba
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

MV Bill x Shalamar

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Shalamar
MV Bill
Esse mês, produzi um texto para a coluna do Fernando (meu supervisor), que é mensalmente publicado no site. Segue na íntegra o texto que eu fiz...

BRASIL MUSICAL: POUCA CRIATIVIADE E MUITA CÓPIA!

Como os afazeres na redação do Jornal são inúmeros, atividade eloqüente e incansável, pedi para a minha estagiária, esse mês, produzir o texto da minha coluna.
Eu queria algo que falasse sobre falta de criatividade na produção musical brasileira. Ela, brilhantemente, criou uma bela "obra" deixando-me surpreso. Sendo assim, acredito que nada pode ser mais justo do que registrar, neste espaço, que a minha estagiária, Amanda Maniçoba, tem o "dom" da escrita. Algo que eu gosto muito de perceber nas pessoas que convivo. O texto abaixo é todo dela. Divirtam-se!

(Fernando Campos)

Atualmente, percebe-se que as músicas em seus novos estilos criaram uma atmosfera onde o intuito maior é voltado basicamente aos paradigmas capitalistas e de status, como competições de “Artista do ano”.
O período em que o computador e tampouco o celular existiam em nossas casas, os rádios e os vinis nos proporcionavam além de cultura e uma série de significados, também a qualidade das verdadeiras músicas, perdurava por gerações, pois era algo que as famílias valorizavam, diferentemente dos dias atuais, onde alguns sucessos não passam de um ano e sem contar a pirataria, que faz com que qualquer “hit” faça a cabeça das pessoas, tomando a posição de “a mais ouvida no país”, porque o quesito originalidade e qualidade já foram extintos há muito tempo.
A cultura musical foi superficialmente banalizada, sentimos que não existem mais ideologias, não existe algo pelo o que vale a pena se manifestar. Com isso, surge em meios as periferias e as dificuldades da vida, figuras que lutam diariamente por algo que se importam e, uma dessas lutas, são as composições e as músicas de Alex Pereira Barbosa, mais conhecido como MV Bill, um famoso rapper e escritor brasileiro que nasceu na Cidade de Deus, no RJ e sua ideologia foi moldada conforme notava as diferenças sociais e econômicas da comunidade da onde vivia, para com os outros lugares. A partir dessa atmosfera, tornou-se ativista e rapper ilustrou através da música, as diferenças básicas ignoradas pelo o governo.



Em 2000, com a canção “A Noite”, MV Bill foi indicado a Premiação ‘Video Music Brasil’, mas não levou o prêmio, perdendo para a música “Us mano e as minas”, de Xis. Mas é a melodia dessa canção que atraiu a atenção e o interesse dos que possuem bom gosto para músicas; nos anos 80, os hits eram marcados por melodias e refrãos que acabavam ganhando espaço nas preferências das discotecas, as melodias tinham a características de serem envolventes e fáceis de lembrar.
É como aconteceu com a música “A night to remember”, de Shalamar, onde atualmente tem sua melodia na canção de MV Bill, se você não esta acreditando, acompanhe agora mesmo, mas tente perceber a melodia apenas.Embora as canções acima tenham mais algo em comum, a citação da palavra ‘noite’, MV Bill, trouxe no imaginário das pessoas que vivenciaram a melhor fase das músicas, com a melodia doce e envolvente de Shalamar, que ecoava nas antigas discotecas, atingindo o inconsciente do ouvinte de “A Noite”, para se sensibilizar com a mensagem da letra do rapper, com o auxilio da melodia da música “A night to remember”.
Como foi dito no começo do texto, falta originalidade atualmente nas composições e melodias, ninguém mais inventa e fica tão fácil copiar, tomar algo como modelo, assim como vemos tantos artistas pop se inspirarem em Michael Jackson, usando seus swings, coreografias e roupas; deixando a originalidade e a criatividade em segundo plano.
Porém, no caso de MV Bill, nota-se que a inspiração teve um intuito e um direcionamento peculiar, mesmo que a melodia tenha sido alterada, o rapper dispõe de uma bagagem cultural e ideológica harmônica, fazendo com que suas canções possuam uma linha de pensamento único, onde qualquer pessoa que leia seus livros ou ouça suas músicas, destaca de imediato, a sua forte identidade nelas.

Fonte: http://dinoite.com.br/colunavariedades.html

Um abraço a todos!
Amanda Maniçoba 
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Sexta-feira, tequila, tekpix

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Sexta-feira, último dia em que eu poderia sonhar em aproveitar as noites fora da faculdade, em virtude do período de provas que se iniciaria na semana seguinte, fui com as minhas amigas para o famoso bar que fica perto da faculdade, o Pub.
Chegando lá, já começamos a rir sem motivos e sem nenhum álcool ingerido, sério! Quando começou a serenar, decidimos chegar até uma mesa dentro do estabelecimento, mas antes pedimos a porção de sempre, batata com queijo parmesão, ou Batata The Flash, aquela que você pisca o olho e ela some. Mas deixando a gula de lado, o fato histórico dessa noite, foi a aposta que eu aceitei, cumpri e não ganhei nada.
E eu vou contar para vocês. Eu vestia a camisa do serviço, que tem escrito Dinoite é mais gostoso (Ai, ai, ui, ui!) e do lado da mesa onde eu estava com as minhas companhias, tinha um balcão alto e estreito, que divide o bar com os ambientes externo e interno, em cima desse balcão, havia flyers de shows, panfletos de cursinho de inglês e jornais, e entre essa papelada toda, tinha uns cinco ou sete exemplares da edição 181 do Jornal Dinoite (que foi a primeira edição que eu participei e tinha o meu nome no expediente!). Então peguei um jornal e o mostrei para as pessoas da minha mesa. Ninguém me deu atenção, na mesma hora me levantei da mesa, tirei a blusa de frio, exibi a camisa branca com a escrita Dinoite é mais gostoso! A essas alturas do campeonato, tinha ingerido a minha segunda dose da tequila. E usando a voz do carinha da propaganda da câmera Tekpix (acreditem em mim, por favor), divulguei o jornal boca a boca, e foi mais ou menos assim: "Você já leu a edição do Jornal Dinoite este mês? Ainda não? E o que está esperando? Tome aqui a sua edição e conheça as empresas que divulgam no jornal e aproveite. Todas elas têm ótimas promoções, produtos e serviços que você precisa!". O pessoal gostou e não foi para menos. Falaram que iriam me dar 50 reais se eu fizesse isso com os outros jornais. É lógico que eu não acreditei, mas só pela esportiva e pelo efeito consciente do álcool, paguei o mesmo mico em outras mesas, acompanhada de uma das minhas amigas, eu fazia a propaganda e a Maíra tirava as fotos (que ficaram horríveis, sem foco e todas amarelas, risos). Teve gente que achou que era séria a coisa e teve gente que desconfiou. Até me perguntaram se eu trabalhava no Jornal, mostrei meu RG e o meu nome no expediente. O pior de tudo é que eu não lembro o que eu respondi quando perguntaram se a foto ia sair no “Quality People”, só sei que não me pagaram a aposta...

Abraços, 
Amanda Maniçoba
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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Segunda-feira, chuva, brigadeiro...

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Às vezes acho melhor trabalhar em dia de chuva do que quando está calor; hoje o clima ta fresco, nem frio e nem abafado, mas tá uma delícia! Confesso que seria perfeito para comer pipoca ou brigadeiro de panela vendo algum desenho da Disney em casa (eu curto uns desenhos, ainda).
Já que trabalhar em véspera de feriado é para os fortes, cá estou, firme e forte igual ‘Maria Mole’, no jornal, pronta para ajudar nos últimos reparos dos impressos antes de estarem nas ruas, ou fazendo qualquer coisa no Facebook e no meu blog. O ambiente está tranquilo. Sinto positividade e calma nos meus colegas, acho que é pelo desanimo de segunda-feira, ainda mais com chuva.
A Néia, redatora-chefe, acabou de perguntar umas coisas de gramática, acho legal me perguntarem sobre os termos de português. Posso até não entender muito, mas é que com o passar do tempo, quando criamos vícios ou deixamos de verificar como se escreve corretamente, acabamos deixando algumas coisas passarem despercebidas e como eu ainda estudo, tenho uma proximidade maior com as preocupações gramaticais. Outra coisa muito bacana, que minha chefe me disse, na minha segunda semana de estágio foi: "Amanda, eu me formei há muito tempo e tem muitas coisas que eu esqueci, como você está estudando e tem muita novidade no jornalismo, você me ensina ta?". Claro, chefinha!
Mas a verdade mesmo é que eu aprendo a todo tempo e sobre tudo, seja com o Fernando, o Luciano ou a Grazi, seja na forma de como tratar uma pessoa, falar ao telefone, ter mais objetivo no texto ou como recortar uma imagem no photoshop. São pequenos detalhes que agregam não só ao nosso conhecimento profissional, mas também aos nossos valores, como seres humanos.

Linda tarde chuvosa pra vocês,

Amanda Maniçoba
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